Resumo analítico do mercado Forex para semana de 1 a 5 de março

Mais uma vez o dólar americano abriu a nova semana de negociação em cima frente todos os concorrentes.

 

Ainda no início do pregão o libra/dólar abriu com o gap para baixo, sob a marca de 1,5200. Pesou sobre a libra a situação política na Grã-Bretanha: segundo pesquisas, os dois partidos políticos principais do país têm quase o mesmo nível de popularidade, que é prenhe da falta da maioria nas eleições parlamentares em junho. Por sua vez, uma vez que o sistema político do país precisa de reformas para combater o déficit orçamental, a falta da maioria pode demorar realização delas.

 

Outros rivais do americano abriram em alta não acentuada. As informações, que os outros países da zona Euro dessem apoio à Grécia na luta contra a dívida pública, ajudaram a moeda européia a se fixar acima de 1,36. Portanto, o fracasso da libra esterlina até o mínimo semanal de 1,4786 afetou o câmbio da unidade européia e do franco suíço: no início da negociação o euro já foi cotado perto de 1,35, pois, após o release das notícias depreciou ainda mais – a maior baixa foi de 1,3458. De acordo com a divulgação, o índice produtivo ISM mantém-se acima de 50, marcando a melhoria da situação. O dólar/franco na segunda-feira se aproximou bem junto de 1,0900.

 

Todavia, na terça-feira o dólar começou a ceder o terreno, se afastando dos máximos atingidos. O euro conseguiu mudar de rumo se afastando do mínimo semanal 1,3433: o governo grego, já caraterizado como o de má fama, confirmou medidas adicionais para reduzir o déficit orçamental, realizando seu programa na quarta-feira. Em particular, anunciou as cortes do orçamento (4,8 bilhões de euros), incluindo o aumento de impostos sobre produtos diferentes e redução de bonificações pagas aos funcionários públicos. Também na quarta-feira ganhou apoio das notícias fundamentais a libra esterlina: o índice PMI no setor terciário do país marcou 58,4 frente à previsão de 55. Como resultado, na quarta o euro foi negociado a 1,37 (o máximo semanal foi de 1,3735), a libra – na área de 1,5100. Convém mencionar, que desta vez o crescimento das cotações de ações divergiu do câmbio do dólar, sinalizando a confiança renascente aos ativos europeus e a utilização do dólar como a moeda de pagamento.

 

Ao mesmo tempo, o iene japonês, cuja volatilidade se tornou mais de 100 pontos, manteve-se reforçando desde a segunda-feira. Pois, o Banco do Japão bem como o governo do país do Sol Nascente não deram nenhuns sinais sobre uma provável intervenção monetária para impedir esse crescimento. Assim, o USD/JPY aproximou-se do nível de 88,50. O dólar/franco na quarta foi vendido acima de 1,0650.

 

Na segunda parte da semana ninguém dos rivais não apareceu um líder acentuado. Na quinta-feira a moeda americana foi estimulada pela agência de qualificação Moody's que baixou o rating do banco alemão Deutsche Bank AG de AA3 a AA1, agravando as preocupações sobre a crise na região européia. A informação junto com os dados econômicos americanos praticamente derribaram o euro, a libra, o iene e muitos outros oponentes do dólar. Pois, os pedidos iniciais de seguro-desemprego nos EUA diminuíram em 29 mil, enquanto as encomendas à indústria aumentaram em 1,7%.

 

Além disso, o câmbio do iene desceu consideravelmente após tinha se revelado o aumento do limite de giro pelo Banco do Japão como a preparação para uma intervenção monetária. A medida foi tomada pela primeira vez em 6 anos, chocando o mercado cambial. Como resultado, o dólar/iene superou novamente 89,00.

 

Na sexta-feira, apesar que a Massa Salarial Não Agrícola dos EUA diminuiu menos frente à previsão, o dólar não conseguiu ganhar terreno e mesmo teve que ceder. Em particular, a Massa Salarial no setor não agrícola reduziu apenas 36 mil contra 68 mil esperados, dando um impulso forte à divisa americana. Portanto, já dentro duns minutos os investidores reavaliaram a estatística. Os dados positivos revelaram a reativação gradual da economia após a crise, incentivando o crescimento dos índices de ações e a procura pelas moedas de alto risco. Assim sendo, no final de semana o euro/dólar cotou-se a 1,36, a libra ganhou mais de 1%, atingindo o máximo de 1,5165, o dólar mais uma vez reforçou frente ao iene, registrando o máximo de 90,50. O câmbio do iene foi também afetado pelas informações sobre medidas prováveis de flexibilização quantitativa pelo Banco do Japão em março e abril.          

8 March

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